sábado, 8 de maio de 2010

Ílhavo visto de Guimarães

Como se costuma dizer, começou-se com o pé direito. Havia o nervosismo e a tensão da novidade, o entusiasmo e a leveza do começo. Claro que ninguém mostrou nada disto, agiu-se como se fosse normal e tudo seguiu como calculado, mesmo com os pequenos imprevistos do costume.

Hoje chegámos a Guimarães à hora prevista, almoçámos e começou-se a montagem do palco. Felizmente a única coisa que ficou para trás foi um tripé e bastou que eu desse um salto a Braga para arranjar substituto. Até foi bom aprender já o caminho para o Theatro Circo, pois se por um lado Braga é a cidade dos túneis, o que considero uma coisa boa, por mim todas as estradas nas cidades eram em túneis deixando a superfície para os peões e bicicletas, por outro é provavelmente a mais caótica cidade onde se pode conduzir. Lá um GPS não serve de nada, um mapa só confunde e a não ser que sejas de lá, a única forma de chegar a algum lado é através do telefone, ligando a alguém local que te indique passo a passo o que fazer. É uma cidade em que se uma Honda invertesse a marcha, podia mudar toda a maré... Felizmente há mais Suzukis.

Apesar da chuva não houve atrasos nas chegadas e o teste de som acabou a tempo. O Grande Auditório é fenomenal, umas das melhores salas que conheço. Todos os 800 lugares estarão completos, os bilhetes esgotaram ontem o que é um belíssimo sinal.

O Sol põem-se por cima das nuvens e incrivelmente há gaivotas em Guimarães. Devem ter vindo ao concerto.

Sem comentários:

Enviar um comentário