terça-feira, 25 de maio de 2010

Primeiro Leiria, depois a alergia...

A viagem de Vila Real para Leiria nem parece muito longa e de facto quase que não é. Descemos pela Beira Alta sempre de auto-estrada, depois entramos a medo na Beira Litoral pela temível IP3 e quando damos por nós estamos na A1 a 60Km de Leiria. 

O teatro José Lúcio da Silva tem boas condições e as pessoas que lá trabalham são de uma simpatia irrepreensível. As montagens durante a tarde correram sem alaridos nem surpresas. Pelas 19h30 fomos jantar perto do teatro, num restaurante buffet muito discreto, bom e barato. Findo o jantar regressámos ao teatro e poucos minutos depois das 21h30 o concerto começou. A sala estava quase esgotada, menos de 10 bilhetes ficaram por vender apenas porque estavam separados e alguns deles ficavam em locais de menor visibilidade e conforto. O público entrou rapidamente na festa e no final umas boas dezenas de pessoas esperavam o grupo para os autógrafos. 

Depois das desmontagens seguimos directamente para Coimbra, permitindo-nos assim acordar na cidade do concerto seguinte. O hotel, praticamente a estrear, conseguiu mandar 3 pessoas para quartos que ainda não estavam limpos. No meu caso enganaram-se no número do quarto, puseram-me numa suite enorme, mas tive que descer à recepção para que a chave magnética me permitisse a entrada.

Devido ao café que tomei ao jantar estive demasiado tempo até conseguir adormecer. Fiz também a asneira de abrir as janelas do quarto e face à proximidade com o Choupal, o pólen assassino atacou-me a sinusite e a coisa complicou-se um bocado. A mãe natureza gosta de pregar partidas.

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