Daqui a umas horas estaremos a carregar o avião à porta de minha casa. Pré-amplificadores, rack de in-ears, pendões, cadeiras, ferros, tapa-pedaleiras, malas cheias de cabos e microfones anichar-se-ão na parte de trás do monovolume que sairá rumo a Ílhavo. Desta vez de Lisboa só parto eu e os técnicos de som pois o senhor das luzes já está no Norte e vai lá ter. A distância é suficientemente grande para não nos podermos esquecer de nada e voltar a trás. Alguma cautela terá de compensar a ramela nos olhos causada pela hora de saída, 09h30.
Esperam-nos quase 250Km de viagem em duas auto-estradas e um auditório que não conheço. O auditório está esgotado, a corrida aos convites é grande e há muita expectativa no ar.
O regresso no Domingo foi atrasado por uma showcase na FNAC de Guimarães. Ainda bem, é uma cidade que aprecio, principalmente uma tasca perto da Pousada da Juventude que se nega a fechar às 2h e serve uns petiscos interessantes pela madrugada fora. Os locais são gente engraçada, estranha mas engraçada.
O único perigo que temo no regresso é ter de atravessar Lisboa pouco depois do Benfica ser campeão. Quem diria que eu alguma vez escreveria sobre futebol...
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